Rancho Folclorico e Etnográfico Saloio

O Rancho Folclórico Etnográfico Saloio do M.T.B.A., foi fundado em 10 de julho de 1983, com o objetivo de preservar e manter vivas as tradições das aldeias de Magoito. Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros,

A sua formação surgiu duma brincadeira. Algumas pessoas das aldeias pensaram em fazer um rancho de folclore e encontraram no MTBA o ambiente adequado para desenvolverem esta sua ideia. Já com elementos das aldeias, vestiram os elementos todos de igual, com as cores do Clube; cor de laranja e preto, com as iniciais nos aventais das quatro aldeias :  Magoito, Tojeira, Bolembre e Arneiro dos Marinheiros.

Em 1990 dá-se uma mudança com a chegada de novos elementos, já com bastante conhecimento de folclore e etnografia, tendo precedido a realização dum estudo da vivência do povo das aldeias, onde depois introduziram as modas, os pregões, trajos, cantares, contos, provérbios e romarias, tudo de recolhas feitas dentro da freguesia e do concelho (Sintra).

Nesta data mudou igualmente de nome para o atual e que significa:

Rancho: Conjunto de pessoas

Folclórico: Pelas modas que bailhão

Etnográfico: Pela divulgação de usos e costumes do nosso povo

Saloio: Símbolo da região

M.T.B.A.: Nome das quatro aldeias.

Representa o SALOIO do final do século XIX e início do século XX. O saloio, habitante dos arredores de Lisboa, vive da agricultura e pecuária, para seu sustento. O típico saloio apresenta-se de cinta preta e barrete caído ao lado, sempre acompanhado do varapau.

Alternando com o rigor do trabalho, diverte-se nos tempos livres, nas festas, romarias, feiras e bailaricos. É sobretudo grande apreciador de bailaricos. Dos trajes saloios, estão representados os Trajes de Festa e Domingueiros e os Trajes de Trabalho e Vendedores.

A zona rural de Sintra contrasta com a vila palaciana e destaca-se pela beleza pitoresca dos casais saloios

Desde cedo o MTBA apostou na preservação e divulgação dos usos e costumes da região, sendo membro efetivo da Federação do Folclore Português desde 1993, e tem como principal objetivo manter vivas as memórias do seu povo que é o saloio.

Todos os trajos utilizados são cópias dos trajos que estão à guarda do Clube. Todos os trajos são do fim do século XIX e princípio do século XX e representam trajos de trabalho, trajos de festa, trajos domingueiros e trajos de vendedeiras.

 

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